"SEMPRE IMAGINEI QUE O PARAÍSO FOSSE UMA ESPÉCIE DE LIVRARIA".
(Jorge Luís Borges)

domingo, 22 de abril de 2012

O RASTRO DO SÂNDALO - Asha Miró e Anna Soller-Pont

DL-2012 - tema de abril - escritores orientais

Como mencionei na postagem de "O olho de jade", o tema não é o meu preferido, sobretudo depois de não ter gostado da leitura desse último.

Por sorte não desisti de ler O rastro do sândalo, que era minha primeira opção, e não me decepcionei.

Embora não vá para a minha lista de favoritos, o livro da indiana Asha Miró e da catalã Anna Soller-Pont me cativou. A narrativa é envolvente, a história encantadora e verdadeira. Ainda que discorra sobre a miséria, a opressão e a falta de perspectiva de órfãos indianos e etíopes, o olhar das autoras sobre as mazelas das personagens torna tudo mais poético e nos leva a refletir que a maior virtude do ser humano é ter a coragem de viver e buscar os seus sonhos.
O rastro do Sândalo
Asha Miró e Anna Soller-Pont
Ed. Nova Fronteira - 2007
283 pgs.
São 3 personagens centrais, cujas vidas se entrelaçam no decorrer da trama. Solomon, um menino etíope que vive em Addis Abeba, cuja família vai se perdendo em razão da miséria trazida pelo golpe militar em 74 na Etiópia e pela guerra com a Somália, onde muitos perderam a vida, inclusive o seu pai, ex-cozinheiro real que, desempregado, decide tentar a sorte no exército. A partir daí, sozinho, ele parte para a grande aventura de sua vida, em busca de realizar seu maior sonho: estudar. Ao mesmo tempo, em Bombaim, na Índia, Muna, órfã, com onze anos, tenta se livrar da escravidão de uma fábrica de tapetes, enquanto não pára de pensar na irmã caçula, que ainda bebê, foi tirada de seu convívio. Bem próxima de Muna, num orfanato dirigido por freiras católicas, está Sita, de seis anos, cujo maior sonho é ganhar pais como presente de aniversário. Ao longo de 30 anos, acompanhamos essas histórias, até que todos eles, cada um por um caminho, se encontram em Barcelona, na Espanha.

Gostei muito. De 1 a 5, nota 4!

Asha Miró
Anna Soller-Pomt e Asha Miró
Asha Miró nasceu em Shaha, na Índia, em 1967, e vive em Barcelona desde 1974. Entre outras atividades, foi professora de música, apresentadora de programas de televisão e trabalha atualmente para a Vereação da Mulher e dos Direitos Civis da Câmara Municipal de Barcelona. Em 2003 publicou A Filha do Ganges, relato do seu primeiro regresso à Índia, vinte anos depois de ter sido adotada. Durante a rodagem de um documentário baseado no seu livro, reencontrou duas irmãs biológicas e descobriu uma nova versão da sua história, que contou em Las dos caras de la luna. Ambos os livros foram traduzidos em doze línguas. Também é autora dos contos infantis Los cuatro viajeros e Los cuatro viajeros en el acuario. Nenhum desses livros foi publicado no Brasil.

As esganadas - Jô Soares

Há muitos anos li O Xangô de Baker Street do Jô e achei muito interessante. Aproveitando o tema de março - Serial Killer - do Desafio Literário 2012, lá fui eu desvendar o mistério nas páginas de AS ESGANADAS, do Jô Soares.
As esganadas
Jô Soares
Companhia das Letras - 2011
264 pgs.
Confesso que, para o meu gosto, achei mais um livro cômico que propriamente policial. De início já se sabe quem é o serial killer e a razão que o faz agir, o que tira o suspense do livro. No entanto, o que vale a pena e demonstra a inquestionável inteligência do autor, é a mistura de fatos históricos (a narrativa se passa em 1938) e personagens reais e até fictícios com o desenrolar da história. Para quem não viveu na Era Vargas, como eu, é muito interessante visitar o Rio de Janeiro daquela época, que, com todos os problemas, foi, com certeza, uma das décadas mais marcantes e românticas de nossa história.

De 1 a 5, nota 4, ainda que eu não o considere como um livro policial.

Sinopse:
Em As esganadas, o autor do best-seller O xangô de Baker Street explora mais uma vez tema que lhe é caro: os assassinatos em série. No entanto, tal como Alfred Hitchcock, que desprezava os romances policiais cujo objetivo se resume a descobrir quem é o criminoso (o famoso “whodonit”), Jô Soares revela logo no início não somente quem é o desalmado como sua motivação psicológica (melhor dizer psicanalítica) para matar. O delicioso núcleo narrativo está nas tentativas aparvalhadas da polícia de encontrar um criminoso que, além de muito esperto e de não despertar suspeita nenhuma, possui uma rara característica física que dificulta sobremaneira a utilização dos novos “métodos científicos” da polícia carioca. Para investigar os crimes, o famigerado chefe de polícia Filinto Müller designa um delegado ranzinza, assessorado por um auxiliar obtuso e medroso, e que contará com a inestimável ajuda de um sofisticado e culto ex-inspetor. Na perseguição ao criminoso, os três investigadores ganham a desejável companhia de uma jovem linda, destemida, viajada e moderna, que é repórter e fotógrafa da principal revista ilustrada do país. O leitor também pode se fartar aqui com uma outra faceta constante da obra literária de Jô Soares: a escolha de um momento do passado para cenário de sua narrativa, o que lhe permite entrar em detalhes históricos curiosos enquanto desenvolve a trama. Desta vez, voltamos ao Rio de Janeiro do Estado Novo, tendo por pano de fundo mais amplo o avanço do nazismo e as primeiras nuvens ameaçadoras que anunciam a Segunda Guerra Mundial. Entre os eventos da época que Jô resgata estão uma corrida de automóveis no Circuito da Gávea (de que participam o cineasta Manoel de Oliveira e o lendário Chico Landi) e a transmissão pelo rádio da derrota do Brasil de Leônidas da Silva para a Itália na semifinal da Copa de 1938, na França. Com a verve que lhe é característica, Jô consegue, neste As esganadas, realizar a façanha de narrar uma série de crimes brutais, com requintes inimagináveis de crueldade, e deixar o leitor com um sorriso satisfeito nos lábios.

MARINA - Carlos Ruiz Zafón

Mesmo tendo iniciado o Desafio Literário 2012 com certo atraso, inicio minhas primeiras resenhas com o tema de Fevereiro - Nome Próprio, e o livro escolhido foi MARINA, do espanhol Carlos Ruiz Zafón.

Marina
Carlos Ruiz Zafón
Editora Suma de Letras - 2011
 192 pags.
Durante anos, sabe-se lá porque, somente os espanhóis puderam conhecer essa, que é uma das mais encantadoras histórias colocadas no papel. Marina foi lançado na Espanha em 1999, antes mesmo dos sucessos A sombra do vento e O jogo do anjo. Curiosamente, os espanhóis catalogaram o livro como infanto-juvenil, porém, apesar da juventude e jovialidade de suas personagens, Marina é, sobretudo, profundo, destinado sim, ao público um "pouco mais antigo".

Assim como nos outros dois romances de Zafón, pelos quais milhões de leitores se apaixonaram, Marina é instigante e arrebatador. A mistura de ingredientes como amizade, amor, saudade, mistério e terror, deu à esse livro um sabor de quero mais.

Marina tem uma narrativa envolvente, ora alegre, ora melancólica, mas, sobretudo, verdadeira, pois nos mostra, mesmo nos momentos de maior tensão, que o amor, de fato, transforma o ser humano, seja em anjo ou monstro.

Mais uma vez Zafón nos leva a percorrer os caminhos de Barcelona, no início dos anos 80, quando nos deparamos com Óscar Drai, um rapazola de seus 15 anos, que vive num internato. Os melhores momentos de sua vida são aqueles em que perambula pelos arredores do orfanato, curioso em descobrir as histórias por trás dos casarões antigos e abandonados, nas ruas escuras e quase sinistras. E é por conta dessa sua curiosidade natural que ele conhece uma das mais ternas personagens já imaginadas: Marina, uma linda e encantadora menina, moradora em um desses antigos casarões com jeito de mal-assombrado. Desse encontro nasce uma grande amizade e um amor que transpõe a barreira do tempo, acompanhando Óscar por toda a sua vida. Marina pode ser descrita como uma encantadora de almas, afinal, com sua doçura, consegue cativar, não só Óscar, mas os próprios leitores, e nos induz a acompanhá-la numa tenebrosa e angustiante história de amor e loucura.


Resumindo: A sombra do vento é, sem dúvida, o meu favorito do escritor, mas não pude deixar de me apaixonar pela história de Óscar e Marina.  Nota 10!

Sinopse:
Neste livro, Zafón constrói um suspense envolvente em que Barcelona é a cidade-personagem, por onde o estudante de internato Óscar Drai, de 15 anos, passa todo o seu tempo livre, andando pelas ruas e se encantando com a arquitetura de seus casarões.

É um desses antigos casarões aparentemente abandonados que chama a atenção de Oscar, que logo se aventura a entrar na casa. Lá dentro, o jovem se encanta com o som de uma belíssima voz e por um relógio de bolso quebrado e muito antigo. Mas ele se assusta com uma inesperada presença na sala de estar e foge, assustado, levando o relógio. Dias depois, ao retornar à casa para devolver o objeto roubado, conhece Marina, a jovem de olhos cinzentos que o leva a um cemitério, onde uma mulher coberta por um manto negro visita uma sepultura sem nome, sempre à mesma data, à mesma hora.

Os dois passam então a tentar desvendar o mistério que ronda a mulher do cemitério, passando por palacetes e estufas abandonadas, lutando contra manequins vivos e se defrontando com o mesmo símbolo - uma mariposa negra - diversas vezes, nas mais aventurosas situações por entre os cantos remotos de Barcelona. Tudo isso pelos olhos de Oscar, o menino solitário que se apaixona por Marina e tudo o que a envolve, passando a conviver dia e noite com a falta de eletricidade do casarão, o amigável e doente pai da garota, Germán, o gato Kafka, e a coleção de pinturas espectrais da sala de retratos.

Em Marina, o leitor é tragado para dentro de uma investigação cheia de mistérios, conhecendo, a cada capítulo, novas pistas e personagens de uma intrincada história sobre um imigrante de Praga que fez fama e fortuna em Barcelona e teve com sua bela esposa um fim trágico. Ou pelo menos é o que todos imaginam que tenha acontecido, a não ser por Oscar e Marina, que vão correr em busca da verdade - antes de saber que é ela que vai ao encontro deles, como declara um dos complexos personagens do livro. (Submarino)



“Às vezes, as coisas mais reais só acontecem na imaginação, Óscar – disse ela. - A gente só se lembra do que nunca aconteceu.” p.68 



Post-mortem - Patricia Cornwell

Adotei como meta de leitura, desde o ano passado, conhecer novos escritores, novos pontos de vista, novos ângulos sobre o mesmo assunto. Apaixonada pelos suspenses e romances policiais, fã de Agatha Christie, passei a devorar outros autores, como Camila Läckberg, Harlan Coben e James Patterson, dos quais, nenhum título me escapa.


Assim, me dei a chance de conhecer Mary Higgins Clark, Minette Walters e, recentemente, Patricia Cornwell.



Como o tema de março do DL-2012, era Serial Killer, optei por conhecer Patricia Cornwell com o título Post-mortem, primeiro livro da escritora, lançado nos Estados Unidos em 1990, e premiadíssimo.


Post-mortem
Patricia Cornwell
Companhia das Letras - 1999
344 pgs.
Post-mortem originou uma série de outros títulos com a personagem Kay Scarpetta, médica legista da cidade de Richmond, no Estado da Virgínia. Juntamente com o detetive Pete Marino, e com os mais avançados recursos da ciência e tecnologia, a protagonista da série desvenda os crimes mais tenebrosos e sórdidos. 

Sou suspeita quanto ao gênero, logicamente o meu preferido, então, é claro que gostei, e de 1 a 5, dou nota 4, por ter achado um pouco cansativa as descrições muito técnicas utilizadas em alguns trechos. Nem por isso deixarei de conhecer os outros títulos da autora.

Sinopse:
É um homem metódico, disciplinado, bárbaro: mata por prazer. As pistas até ele se perdem pelas ruas. A doutora Kay Scarpetta, médica-legista, examina as vítimas, mulheres que não podem lhe dizer nada a não ser pelos vestígios que trazem no corpo. E no corpo delas há um brilho produzido por alguma substância química. Qual? A doutora Scarpetta precisa descobrir logo, se quiser evitar a próxima vítima. E precisa conviver com a contradição: usa em suas autópsias os recursos mais avançados da ciência e da tecnologia, mas esse aparato se destina a penetrar em mentes tão perturbadas que parecem aquém de toda humanidade. Em outro plano, precisa lidar ainda com o fato de que alguém próximo, mas interessado em destruir sua carreira, está sabotando a investigação. (Companhia das Letras)

O OLHO DE JADE - Diane Wei Lang

DL-2012 - tema de abril - Escritores Orientais

Confesso que este era um dos temas menos esperados por mim. Não sei dizer a razão, mas nunca tive vontade de ler qualquer coisa que viesse do Oriente. A exceção foi, há alguns anos, O caçador de pipas, do afegão, Khaled Hosseini . Quando me deparei com o tema, de imediato já pensei em ler A cidade do sol, do mesmo autor, título que está me esperando há mais de um ano na estante, sendo constantemente passado prá trás por outros títulos, digamos, mais sangrentos. A surpresa foi descobrir que o afeganistão, embora faça parte da Ásia Central, não estava na área geográfica delimitada pela equipe do DL. Então, tive que improvisar e optei por O OLHO DE JADE, que, além de ser de uma autora chinesa, ao menos seria o gênero que eu gosto: policial.
O olho de Jade
Diane Wei Lang
Editora Record - 2008
299 pgs.
A escritora Diane Wei Liang nasceu em Beijing, passou boa parte da infância num campo de trabalhos forçados no interior do país e saiu da China para viver nos Estados Unidos e depois na Inglaterra após participar do “Movimento Estudantil pela Democracia” na década de 80, inclusive tendo vivido, em 1989, o trágico episódio do massacre da Praça de Tiananmem ou Praça Celestial, como ficou mundialmente conhecida, história que conta em outro livro, "O lago sem nome", publicado no Brasil em 2008, pela Record.

Infelizmente, não gostei de O Olho de Jade. Geralmente, um livro de até 300 páginas, leio em algumas horas, no máximo em 1 dia e meio, lendo somente nas horas vagas. Esse eu levei mais de uma semana para conseguir chegar ao final e, por várias vezes, pensei em desistir da leitura, o que raramente fiz desde que comecei a devorar livros. 

O enredo em si, não é ruim, mas a narrativa, na minha opinião, não é nada agradável e um tanto confusa. De 1 a 5, nota 2. Da mesma autora, também foi lançado pela Record, em 2011, Borboleta de Papel, que narra outra história investigativa da personagem Mei Wang.

Sinopse:
O OLHO DE JADE apresenta, em cores vivas, todo o cenário da multifacetada Pequim: desde a sordidez dos cassinos clandestinos e bares de periferia até o esplendor da Cidade Proibida. Um retrato fascinante da vida urbana na China moderna. Neste policial, Diane Wei Liang examina as relações, por vezes conflituosas, entre o violento passado comunista da China de Mao e seu presente como potência econômica. Mei Wang é uma chinesa moderna e independente. Além de ser a primeira mulher a se tornar detetive particular em Pequim, tem um carro de luxo e uma das mais ousadas comodidades da nova China: um assistente do sexo masculino. Chen Jitian, a quem ela chama de “tio” por se tratar de um velho amigo da família, vem à sua procura com um importante pedido: encontrar um valioso jade da dinastia Han. A pedra havia sido roubada de um museu durante os anos da Revolução Cultural, quando a Guarda Vermelha tinha como missão destruir todo e qualquer vestígio do passado. As investigações da detetive, contudo, revelam uma trama intimamente ligada com o passado da própria família Wang. Mei se vê então obrigada a mergulhar numa parte sombria e brutal da história da China, marcada pelos campos de trabalhos forçados de Mao Tsé-tung e pela matança impune, bem como a refletir sobre as escolhas terríveis que se impunham a muitos: matar ou ser morto, amar ou sobreviver.(Walmart)

domingo, 8 de abril de 2012

Desafio Literário 2012

Desde o ano passado estava com vontade de participar do Desafio Literário, mas sempre cheguei atrasada para as inscrições. Claro que esse ano não foi diferente, mas, mesmo atrasada, resolvi participar. 

O Desafio Literário, em sua terceira edição, é promovido pelas blogueiras Daniela Soares, do Trecos & Trapos, Daniella Haendchen, do Leitura do Momento, Tábata do Happy Batatinha  e Vivi do Uma hora de tudo.

A proposta dessa gincana é ler, dentre os temas escolhidos, um livro por mês, num mínimo de 12 livros em 01 ano. A diferença é que deve-se escolher, dentro de cada mês, um dos temas previamente escolhidos pela equipe do DL, que logicamente escolheu vários estilos e gêneros da literatura. 

Quer saber os detalhes? DESAFIO LITERÁRIO 2012

Para mim, é como sair do lugar comum, uma vez que minha paixão por romances policiais e suspense quase me impede de conhecer outros gêneros.

Bom, minha lista de leitura (de forma alguma definitiva), mês a mês, de acordo com os temas propostos:

Como me inscrevi somente em abril, lerei o tema de janeiro juntamente com um dos outros, no decorrer no ano. Nos meses de fevereiro e março, já havia feito leituras com os temas daqueles meses. Alguns temas ainda não escolhi os livros a serem lidos e boa parte do que escolhi poderá ser alterado no decorrer do ano.


JANEIRO - Literatura Gastronômica  (COMPLETADO)
O mistério do chocolate (Hannah Swensen Mysteries 1)- Joanne Fluke
Reservas: Julie & Julia - Julie Powell
                  O clube das chocólatras - Carole Matthews
                  O pão da amizade - Darien Gee

FEVEREIRO - Nome Próprio (de pessoas)  (COMPLETADO)
Marina - Carlos Ruiz Zafón

MARÇO - Serial Killer (COMPLETADO)
Post-mortem - Patrícia Cornwell
As esganadas - Jô Soares
5o Cavaleiro - James Patterson

ABRIL - Escritor(a) oriental  (COMPLETADO)
O rastro do sândalo - Asha Miró (Índia)
Reservas:  O olho de jade - Diane Wei Liang (China)
                   Um lugar para todos - Thrity Umrigar (Índia)
                   O tigre branco - Aravind Adiga

MAIO - Fatos Históricos 
A resposta - Kathryn Stockett - (problemas raciais no Mississipi)
Resistência - A História de uma Mulher que Desafiou Hitler, de Agnes Humbert

JUNHO - Viagem no Tempo (COMPLETADO)
A Mulher do Viajante no Tempo - Audrey Niffenegger

JULHO - Prêmio Jabuti  (COMPLETADO)
Estação Carandiru - Drauzio Varella
Leite derramado - Chico Buarque

AGOSTO - Terror (COMPLETADO)
MR. X - Peter Straub
Qualquer um de Stephen King ou Anne Rice ou outro que conseguir emprestado com uma das amigas que gostam do gênero.

SETEMBRO - Mitologia universal 


OUTUBRO - Graphic Novel 


NOVEMBRO - Escritor(a) africano 
Metade de um sol amarelo - Chimamanda Ngoza Adichie (Nigéria)
Reservas:  Cotoco - John van de Ruit (África do Sul)
                   Hibisco Roxo - Chimamanda Ngoza Adichie
                   Mutilada - Khady (Senegal)
                   Infiel - Ayaan Hirsi Ali (Somália)
                   Nômade - Ayaan Hirsi Ali (Somália)

DEZEMBRO - Poesia 
Poemas com Sol e Sons - Yolanda Serrano Meana
Reservas: livros de Cecília Meireles, Vinicius de Moraes, Carlos Drummond de Andrade ou qualquer outro que conseguir na biblioteca da cidade ou com alguma amiga que goste do gênero.


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